Você conhece a origem do Halloween?

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O Halloween tem se popularizado cada vez mais no Brasil, em grande parte graças a cursos de idiomas como o Transworld, que promovem divertidas festas com o tema. Mas você conhece a origem da festa? Tudo indica que ela surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo.

De acordo com a revista Mundo Estranho, o Dia das Bruxas era originalmente um ritual dos celtas que habitaram a Grã-Bretanha e a França entre os anos 2000 a.C. e 100 a.C.. Para eles, a noite de 31 de outubro marcava o início do Samhain, que representava o Ano Novo e o começo do inverno, período associado aos mortos. Por isso, acreditava-se que nessa noite é possível entrar em contato com espíritos.

Essa crença deu origem a alguns costumes típicos da festa, como o uso de comidas para acalmar os fantasmas. Hoje, são usados doces, na famosa tradição de “trick or treat”, ou “gostosuras ou travessuras”.

No século 9 d.C., a festa foi influenciada pela expansão do cristianismo e o dia 1º de novembro foi transformado em Dia de Todos os Santos. Surgiu daí a palavra Halloween, derivada de “all hallows eve”, que significa “véspera do Dia de Todos os Santos”. No século 20, a festa recebeu grande influência dos filmes de terror norte-americanos e novos personagens entraram em cena.

Agora que você já conhece a história, só falta preparar sua fantasia para participar do Halloween da Transworld! A festa vai ser no dia 1 de novembro, das 16h às 21h, no Downtown Pub, no Bairro do Recife.

5 dicas para a prova de língua estrangeira do Enem

 

Com a prova do Enem valendo como único processo seletivo para a entrada no vestibular da UFPE e sendo considerado como primeira fase para o vestibular da UPE, é importante o aluno domine as matérias abordadas pela prova.
Entre as temáticas tratadas pelo exame estão as línguas estrangeiras, que podem ser escolhidas entre inglês e espanhol. Apesar do Enem trazer questões voltadas para interpretações de textos, é importante estar atento a alguns detalhes. Confira as dicas de estudo para a matéria:

 

1.     Vocabulário: Como ele é bastante requisitado nas provas, é necessário que o aluno leia e escreva muito no idioma em que ele vai realizar a prova, podendo assim se familiarizar com a escrita e o significado das palavras;

 

2.     Falsos cognatos: Devido à proximidade da forma escrita, muitas palavras acabam levando o aluno a acreditar que elas significam algo que não é a real tradução dela. É preciso estudar esses casos para reconhecê-los durante a prova;

 

3.     Notícias reais: Crie o hábito de visitar sites de veículos de notícias estrangeiros, tal como o The New York Times (EUA) ou Clarín (Argentina). Além de se atualizar, o aluno poderá aprender o vocabulário de textos formais, semelhantes aos da prova;

 

4.     Filmes e seriados: É possível se divertir e estudar. Seriados, programas de TV e filmes estrangeiros com áudio e legenda no idioma original é uma boa forma de aprendizado;

 

5.     Leitura: Ao ler um texto procure identificar as palavras que você já conhece. Assim fica mais fácil entender a ideia geral do conteúdo.

 

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Domínio do inglês é fundamental no mercado de trabalho

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No mercado de trabalho o domínio de duas ou mais línguas é considerado um diferencial, além de enriquecer o currículo e colocar o profissional em posição de destaque nas empresas.

 

Essa competência não só garante uma melhor colocação na área a ser exercida, como também é um requisito para as vagas mais disputadas. Pessoas que falam outro idioma conquistam mais facilmente os cargos de chefia e uma melhor remuneração, além de possuírem maiores oportunidades de crescimento profissional.

 

Nunca é tarde demais para aprender novos idiomas, mas quanto mais cedo for iniciado o aprendizado, melhor. De acordo com os especialistas, o estudo e aprimoramento do inglês possui grande importância, já que ele é um dos idiomas mais adotados no mundo. Atualmente, um quarto da população mundial fala essa língua.

 

Invista no domínio da língua inglesa e confira as nossas opções de cursos, que vão desde o Kids até o Aged: http://www.transworld.com.br/curso-de-ingles-criancas-recife.php

 

 

 

 

 

Cidades menos populares são opções econômicas de intercâmbio

Seattle (Estados Unidos)

Seattle (Estados Unidos)

Após a conclusão do curso de idiomas, uma das principais metas dos estudantes é a de embarcar em um intercâmbio para aprimorar os estudos da língua estudada, como também enriquecer o currículo com a experiência internacional.

Devido à grande variação de preços entre os destinos escolhidos, planejar uma viagem para um país ou cidade menos tradicional pode resultar em uma boa economia. A opção de não escolher os locais mais comuns também evita o encontro com outros brasileiros, o que poderia dificultar o aprendizado do novo idioma.

 

Veja a lista dos locais indicados:

África do Sul – As cidades africanas passaram a ser procuradas por brasileiros por possuírem várias opções de escolas para aprender ou praticar o inglês.

Ilha de Malta –  Localizada ao sul da Itália, é um dos mais novos destinos dos intercambistas por ser de colonização inglesa.

Seattle (EUA) – O local é uma das opções menos procurada nos Estados Unidos para realizar o aprendizado da língua inglesa, proporcionando assim uma convivência menor com brasileiros.

Tasmânia (Austrália) – A Cidade é umas das que são menos procuradas para intercâmbio na Austrália. O local oferece ótimas escolas de idiomas, incluindo para a High School (ensino médio).

Qual a melhor idade para aprender um novo idioma?

Ensinar um idioma para crianças exige uma metodologia exclusiva.

Ensinar um idioma para crianças exige uma metodologia exclusiva.

Muitos pais têm dúvidas sobre qual a melhor idade para seus filhos aprenderem um novo idioma. Devem aprender junto com a língua mãe? Quando começam a ser alfabetizados? Devem esperar até a adolescência?  Bem, estudiosos afirmam que os bebês nascem preparados para aprender qualquer idioma, mas como seu cérebro ainda não está bem desenvolvido para organizar as informações, essas podem se perder com facilidade.

 

O amadurecimento cerebral acontece entre os 4 e 6 anos, momento em que o hipocampo – parte do cérebro responsável pela memória de longa duração – esta desenvolvida.  Antes da formação do hipocampo, a criança pode até aprender palavras em inglês, decorar a tabuada e o nome das letras do alfabeto, mas não vai conseguir se lembrar depois. Não faz sentido, então, bombardeá-la com informações, já que elas vão se perder, afirma o doutor em Física Médica Marcelo Mazza, especialista em redes neurais.

 

Então, qual é a idade ideal? Segundo Mazza, apenas após os 6 anos que a criança consegue separar semântica e sintaticamente as estruturas de um idioma, com isso as novas informações serão assimiladas de forma organizada e duradoura.  Trabalhando com igual conceito é que a Transworld oferece um curso diferenciado para alunos a partir dos 7 anos, onde os kids podem aprender de forma eficaz e divertida.

 

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